quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Sinto o calor como um corpo pesado sobre mim. E ele faz com que eu sinta cada vez mais todos os outros pesos que me atormentam; a confusão, os medos, as neuras e- pior- os amores. Minha cabeça se recusa a permanecer reta no pescoço... sinto-a mole, derretida como o sorvete que terminei.
Recuso-me a aceitar que não amo. Amo. Amo sim. Só não sei como.

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